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Ilê Omolu Oxum

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Axé!!! 🌿
Mãe Meninazinha de Oxum e o Ilê Omolu Oxum convida Mãe Meninazinha de Oxum e o Ilê Omolu Oxum convidam a todas as pessoas para a grande celebração a Omolu, com o Olubajé - o banquete do Rei.

Dia 25 de Julho de 2026, às 17 horas.

Atotô! 

Fotografia: Ilê Omolu Oxum / Alex Ferro (2025)

#ilêomoluoxum #mãemeninazinhadeoxum #olubajé #omolu #candomblé
✨ 66 ANOS DE AXÉ ✨ Hoje, 10 de julho, o Ilê Omolu ✨ 66 ANOS DE AXÉ ✨

Hoje, 10 de julho, o Ilê Omolu Oxum celebra uma data de profundo significado: os 66 anos de iniciação de Mãe Meninazinha de Oxum ao Orixá.

Em 1960, na histórica Casa Grande de Mesquita, no Rio de Janeiro, Mãe Meninazinha foi feita nas mãos de Iyá Davina de Omolu, dando início a uma trajetória de fé, sabedoria e dedicação ao Candomblé que atravessa gerações e segue viva até hoje.

10 de julho é memória e lembrança de uma casa que formou filhos de santo, que guardou tradições e segredos sagrados, e que continua, através do legado de Mãe Meninazinha, iluminando o caminho de tantos na fé em Oxum.

Que a força dos ancestrais continue abençoando essa trajetória de 66 anos de axé, e que Oxum, com suas águas doces e seu ouro, continue trazendo fartura, sabedoria e longevidade à nossa Mãe. 🌊🥇

Salve Mãe Meninazinha de Oxum!
Salve Iyá Davina de Omolu!
Salve a Casa Grande de Mesquita! 
Salve o Ilê Omolu Oxum!

Ora yê yê ô, Oxum! 💛

Adupé, Omolu! 🙏🏾

Foto: Ilê Omolu Oxum / Alex Ferro.

#IlêOmoluOxum #MãeMeninazinhaDeOxum #CasaGrandeDeMesquita #Candomblé #66AnosDeAxé
🌿 6 de julho de 1968 - 58 anos de Ilê Omolu Oxum 💛 🌿 6 de julho de 1968 - 58 anos de Ilê Omolu Oxum 💛

Há 58 anos, na Marambaia, em Nova Iguaçu, Mãe Meninazinha de Oxum abria as portas da sua casa de axé, dando continuidade ao legado que recebera de sua avó e mãe de santo, Iyá Davina de Omolu, sacerdotisa da histórica Casa Grande de Mesquita, a primeira comunidade-terreiro da Baixada Fluminense.

Foi ali, num lugar então distante e cercado pela natureza que o assentamento de Omolu, trazido da Bahia por Mãe Meninazinha e sua irmã Ekedi Dininha de Oxóssi, encontrou sua nova morada. Em plena ditadura militar, em meio ao racismo religioso que perseguia os povos de terreiro, nascia o Ilê Omolu Oxum: um espaço de fé, resistência e acolhimento.

Quase cinco anos depois, em 1972, a comunidade se transferiu para São João de Meriti, onde permanece até hoje, tornando-se referência nacional do candomblé, dos direitos humanos e da luta contra o racismo, sem nunca esquecer suas raízes na Marambaia, o primeiro chão onde o axé foi plantado.

Hoje celebramos a força de Mãe Meninazinha de Oxum e de toda a sua família de santo: 58 anos de história, memória e resistência do povo de terreiro. 🙏🏾

✨ Axé, Omolu! Axé, Oxum! Salve o Ilê Omolu Oxum!
Get @reshare_app • @listapreta Uma nova edição da Get @reshare_app • @listapreta Uma nova edição da pesquisa “Respeite o Meu Terreiro”, lançada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), ajuda a calcular a dimensão do racismo religioso no país. O levantamento aponta que 76% dos terreiros participantes já sofreram algum tipo de violência motivada por racismo religioso, enquanto 80% relataram que integrantes de suas comunidades foram vítimas diretas dessas agressões. O estudo também evidencia o crescimento dos ataques em ambientes digitais e reúne dados sobre os impactos dessas violências na saúde das vítimas e na garantia da liberdade religiosa.

Apresentada durante o seminário “Racismo Religioso na Perspectiva da Violação de Direitos Humanos”, em Brasília, a pesquisa busca subsidiar políticas públicas e ampliar a produção de dados sobre a discriminação contra povos de terreiro. O evento reuniu representantes do poder público, universidades, movimentos sociais e lideranças religiosas para discutir estratégias de enfrentamento ao racismo religioso e fortalecer a proteção aos direitos das religiões de matriz africana.

📸: Joédson Alves

#respeiteomeuterreiro #ileomoluoxum #renafro
🌾 Julho das Pretas – Ialodês no Enfrentamento ao F 🌾 Julho das Pretas – Ialodês no Enfrentamento ao Feminicídio 🌾

No dia 3 de julho de 2026, o Ilê Omolu Oxum abriu suas portas e seu axé para um encontro histórico! Em parceria com o Ministério da Igualdade Racial e a Fiocruz, recebemos lideranças religiosas do Rio de Janeiro e autoridades para celebrar a força das mulheres de terreiro na luta contra o feminicídio e a violência de gênero.

✨ Logo pela manhã, o momento mais emocionante do dia: a homenagem à nossa Mãe Meninazinha de Oxum, que recebeu a placa do título honorífico de Promotora da Igualdade Racial, assinada pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela Ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros. Uma justa e emocionante distinção para quem dedica a vida à defesa do povo de santo e das mulheres negras do Brasil!

👑 Na sequência, mais 25 mães de santo foram homenageadas por sua atuação incansável em suas comunidades — verdadeiras Ialodês que sustentam, curam e protegem seus territórios.

📚 A programação seguiu com uma roda de conversa sobre políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher, culminando no lançamento da publicação "Mulheres de Axé – Mobilizadas contra a violência doméstica e familiar. A luta continua", assinada por Mãe Meninazinha de Oxum, Mãe Nilce de Iansã e Egbomi Teobaldo de Oxóssi. Um registro precioso da resistência e da luta coletiva das mulheres de axé.

📖 A publicação já está disponível na página do projeto Mulheres de Axé, no site do terreiro — confira o link na bio!

🥁 E para fechar com chave de ouro, um afoxé lindo tomou conta do terreiro, emocionou corações e colocou todas para dançar ao som dos tambores sagrados!

Gratidão a todas e todos que estiveram presentes construindo esse momento de memória, resistência e celebração da ancestralidade negra. 🖤

Que Oxum e todo o povo de santo sigam abençoando essa luta! Axé! 🙏🏾

📍 Ilê Omolu Oxum
🤝 Realização: Ministério da Igualdade Racial e Fiocruz

#JulhoDasPretas  #MulheresDeAxé #IlêOmoluOxum #MãeMeninazinhaDeOxum #igualdaderacial
Get @reshare_app • @noticia.preta O racismo religi Get @reshare_app • @noticia.preta O racismo religioso continua afetando a maioria dos terreiros de religiões de matriz africana no Brasil. Pesquisa divulgada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) mostra que cerca de 76% desses espaços já foram alvo de discriminação, enquanto oito em cada dez integrantes afirmam ter sofrido agressões motivadas por sua religião. Os dados foram apresentados durante um seminário realizado em Brasília para discutir políticas públicas voltadas à proteção da liberdade religiosa.

O levantamento faz parte da segunda edição da pesquisa Respeite o Meu Terreiro, desenvolvida pelo MDHC em parceria com a Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras em Saúde (RENAFRO Saúde), o Terreiro Ilê Omolu Oxum e o Laboratório de Museologia Experimental da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (LAMEX/UniRio). Ao todo, foram ouvidos integrantes de 511 terreiros, principalmente de umbanda e candomblé.

Além das agressões presenciais, o estudo aponta que o ambiente digital também tem sido palco de ataques. Cerca de 52% dos entrevistados relataram episódios de racismo religioso em plataformas como Facebook, Instagram, YouTube, TikTok e X.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE 

Texto: Thayan Mina @cantormina 
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

#noticiapreta #racismoreligioso #respeiteomeuterreiro #ileomoluoxum #renafro
Convidamos a todas as pessoas para “Julho das Pret Convidamos a todas as pessoas para “Julho das Pretas – Ialodês no Enfrentamento ao Feminicídio”, a realizar-se no dia 3 de julho de 2026, das 10h às 17h, no Ilê Omolu e Oxum, situado na Rua General Olímpio da Fonseca, nº 380, bairro São Mateus, em São João de Meriti/RJ.

Solicitamos, gentilmente, a confirmação de presença até o dia 2 de julho de 2026, por meio do formulário disponibilizado no link abaixo, a fim de subsidiar a organização das atividades e garantir o adequado acolhimento das participantes. A confirmação poderá ser realizada mediante acesso ao formulário eletrônico por meio do link a seguir:

https://forms.cloud.microsoft/r/9SyXZ2RNqb
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