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Ilê Omolu Oxum

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🔴⚫ WEBINÁRIO RESPEITE O MEU TERREIRO ⚫🔴 4º encont 🔴⚫ WEBINÁRIO RESPEITE O MEU TERREIRO ⚫🔴

4º encontro da série

Chegou a hora do nosso quarto encontro! Na próxima terça-feira, dia 15/09, às 18h30, vamos conversar sobre um tema urgente para as religiões de matriz africana: Educação, Comunicação e Enfrentamento à Desinformação.

Em tempos de fake news e ataques constantes aos terreiros, informação de qualidade é resistência e é cuidado. Vamos debater como a educação e a comunicação podem ser ferramentas potentes no enfrentamento à desinformação que atinge nossas religiões e nossa saúde.

🎙️ Convidados:

Ogã Ricardo Freitas – Ilê Omolu Oxum (São João de Meriti - RJ)
Doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Pesquisador das religiões afro-brasileiras, atua na interface entre comunicação, cultura e religiosidade de matriz africana.

Nicole Leão – Canal Saúde/Fiocruz (Rio de Janeiro - RJ)
Jornalista e servidora do Canal Saúde da Fiocruz. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde (PPGICS/Icict-Fiocruz), com dissertação sobre letramento em saúde digital entre jovens, que recebeu menção honrosa no Prêmio Compós de Teses em 2021.

📅 Terça-feira, 15 de setembro de 2026
🕡 18h30
📲 Inscrições pelo QR Code do card ou link na bio

Uma realização do Ilê Omolu Oxum em parceria com a Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (Renafro).

Marca aquele amigo ou amiga de fé que precisa participar dessa roda de conversa! ✊🏾🐓

#RespeiteOMeuTerreiro #IlêOmoluOxum #Renafro #ReligiõesDeMatrizAfricana #EnfrentamentoÀDesinformação
📢 Webinário “Respeite o Meu Terreiro” #3 Racismo R 📢 Webinário “Respeite o Meu Terreiro” #3
Racismo Religioso, Saúde e Acesso aos Serviços Públicos

🗓️ Terça-feira, 8 de setembro de 2026
🕡 18h30
📲 Inscrições no link da bio / QR code

Nosso terceiro encontro reúne duas lideranças de terreiro que atuam na linha de frente pela garantia de direitos, saúde e respeito às religiões de matriz africana. Conheça quem vai dividir a mesa com a gente:

🔹 Baba Diba de Yemonjá
Babalorixá do Ilê Axé Iyemonjá Omi Olodô, em Porto Alegre (RS). Sanitarista e ativista social, é presidente do Conselho do Povo de Terreiro do Rio Grande do Sul e coordenador nacional da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (Renafro), ao lado de Mãe Nilce de Iansã. É uma das principais vozes na luta contra o racismo religioso no Brasil, com atuação constante na defesa das casas de religião de matriz africana frente a episódios de intolerância e na cobrança por políticas públicas de saúde e reconhecimento territorial para os terreiros.

🔹 Iyá Márcia Marçal
Iyalorixá do Ilê Axé D’Oluaiê Ni Oiá, no Rio de Janeiro (RJ). Sacerdotisa dedicada à preservação da tradição do candomblé e ao fortalecimento do povo de terreiro, participa da rede de lideranças religiosas afro-brasileiras engajadas na luta contra o racismo religioso e na ampliação do acesso à saúde e aos serviços públicos para as comunidades tradicionais. Ela é coordenadora do GT Mulheres de Axé da Renafro, do Rio de Janeiro.

Uma parceria Ilê Omolu Oxum × Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (Renafro).

Vem debater com a gente! 🐚🔴⚪

Faça a sua inscrição. Link na bio.
✨ 34 ANOS DE CRIOLA ✨ O Ilê Omolu Oxum celebra co ✨ 34 ANOS DE CRIOLA ✨

O Ilê Omolu Oxum celebra com muita alegria os 34 anos de fundação da Criola, organização que nasceu do sonho e da luta de mulheres negras que ousaram construir um espaço de resistência, cuidado e transformação política para as mulheres negras brasileiras.

Essa caminhada é acompanhada de perto pela nossa Iyalorixá, Mãe Meninazinha de Oxum, uma das fundadoras da Criola e testemunha viva de cada passo dessa trajetória. Em suas palavras:

“Eu vi esta ‘menina’ nascer.”

Uma frase simples, mas carregada de história, afeto e ancestralidade. A mesma força que atravessa os 34 anos de existência da Criola e que segue inspirando novas gerações na luta antirracista e feminista.

Aos 34 anos, celebramos também décadas de enfrentamento ao racismo, ao machismo e a todas as formas de violência contra as mulheres negras. Celebramos memória, resistência e futuro.

Parabéns, Criola! Que sigamos juntas, de mãos dadas, tecendo caminhos de liberdade e justiça para nossas irmãs de luta.

🎨 A imagem deste cartão é uma pintura acrílica sobre tela, sem título, feita por Mãe Meninazinha de Oxum em 2006 e presenteada à Criola, um registro afetivo dessa história compartilhada.

#Criola34Anos #IlêOmoluOxum #MãeMeninazinhaDeOxum #MulheresNegras #Ancestralidade
🌾 AXÉ QUE ATRAVESSA FRONTEIRAS 🌾 Mãe Nilce de Ian 🌾 AXÉ QUE ATRAVESSA FRONTEIRAS 🌾

Mãe Nilce de Iansã, Iyá Egbé do Ilê Omolu Oxum e coordenadora da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro), esteve presente na XX Jornada Lei Maria da Penha, acompanhada pela Iyalorixá Márcia de Ogum, coordenadora do Núcleo Lauro de Freitas, realizada nos dias 27 e 28 de agosto de 2026, em Campo Grande (MS), evento que celebra os 20 anos de uma lei que mudou a vida de milhões de mulheres brasileiras.

Na mesa de debates do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Mãe Nilce trouxe uma palestra potente sobre as realidades enfrentadas pelas mulheres de terreiro e pelas minorias religiosas de matriz africana no enfrentamento à violência doméstica e familiar.

E para fortalecer ainda mais o seu trabalho de articulação política, ela entregou nas mãos do Ministro Luiz Edson Fachin e de outras autoridades presentes três materiais que traduzem anos de luta, pesquisa e resistência do nosso povo de santo:

📘 “Mulheres de Axé. Mobilizadas contra a violência doméstica e familiar. A luta continua!” — publicação recém-lançada pelo Ilê Omolu Oxum;

📗 “Respeite o meu terreiro” — os resultados da segunda edição da pesquisa que dá visibilidade à intolerância religiosa contra os terreiros;

📙 Catálogo do Museu Memorial Iyá Davina — memória viva da nossa ancestralidade.

Cada página entregue é também um ato de mobilização: levar para dentro das instituições de justiça a voz das mulheres de axé, que resistem, cuidam e lutam há séculos.

Axé que se planta, axé que se multiplica. 🪶

#IlêOmoluOxum #MãeNilceDeIansã #LeiMariaDaPenha #MulheresDeAxé #RespeiteMeuTerreiro
🔴 WEBINÁRIO: RESPEITE O MEU TERREIRO 🔴 📌 Estado L 🔴 WEBINÁRIO: RESPEITE O MEU TERREIRO 🔴

📌 Estado Laico, Políticas Públicas e Liberdade

Na próxima terça-feira, dia 1º de setembro, o Ilê Omolu Oxum se une à Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (Renafro) para mais uma edição do nosso webinário sobre o respeito às religiões de matriz africana.

Vamos debater como o Estado Laico deveria garantir a liberdade religiosa na prática, e quais políticas públicas ainda precisam avançar para proteger nossos terreiros.

🎙️ Convidados:
✨ Pai Marcio de Jagun — Ilé Àse Àyé Obálúwàiyé (Rio de Janeiro - RJ)
✨ Letícia Peçanha — Defensoria Pública da Bahia - DPE BA (Salvador - BA)

🗓️ Terça-feira, 1º de Setembro de 2026
🕡 18:30h
📲 Inscrições gratuitas pelo QR Code ou pelo link na bio

Participe! O conhecimento e a informação também são formas de resistência e proteção dos nossos espaços sagrados.

✊🏾 Axé!

#RespeiteOMeuTerreiro #IlêOmoluOxum #Renafro #LiberdadeReligiosa #estadolaico
Get @reshare_app • @filhodagomeiaoficial Mãe Menin Get @reshare_app • @filhodagomeiaoficial Mãe Meninazinha de Oxum - Ilê Omolú e Oxum, convida a todos para a 8ª Caminhada Tembwa Ngeemba, Tempo de Paz!

30/08 (dom) concentração ás 09:00 no Terreiro São Jorge Filho da Goméia, caminharemos até o Terminal Turístico
Mãe Mirinha de Portão.

Vistam-se de branco e vamos pedir por PAZ!
convida a todos para a 8ª Caminhada Tembwa Ngeemba, Tempo de Paz!

Vistam-se de branco e vamos pedir por PAZ!
✨ "COISA DE GRANDE FUNDAMENTO" ✨ Com imensa honra ✨ "COISA DE GRANDE FUNDAMENTO" ✨

Com imensa honra e emoção, o Ilê Omolu Oxum celebra a publicação do artigo "Respeite o Nosso Sagrado - Coisa de Grande Fundamento" na Revista Caravana África Diversa, edição nº 03, 2026! 🙌🏾👑

O texto, assinado por nossa Iyalorixá Mãe Meninazinha de Oxum, ao lado de Mãe Nilce de Iansã, Maria Helena Versiani e Mario Chagas, remonta a trajetória de luta pela libertação dos 517 bens sagrados das religiões afro-brasileiras, apreendidos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro entre 1889 e 1946.

Mais de 100 anos de espera. Décadas de resistência. E a certeza que nunca faltou: "30 anos eu falando do Nosso Sagrado. 30 anos eu falando sobre as coisas nossas que estão na mão da polícia. Eu tinha certeza que um dia íamos conseguir." — Mãe Meninazinha de Oxum

Em 2020, o Nosso Sagrado finalmente foi transferido ao Museu da República, marcando um gesto histórico de reparação e o início de uma gestão compartilhada entre o museu e as casas de santo. 🕊️

Essa não é apenas a história de objetos corriqueiros. É a história do povo de terreiro, da ancestralidade que resiste, e da luta pela dignidade e liberdade religiosa no Brasil.

Respeite o Nosso Sagrado. 🟠

📖 Leia o artigo completo:
🔗 africadiversa.com.br/revista

#IlêOmoluOxum #MãeMeninazinhadeOxum #NossoSagrado #CaravanaÁfricaDiversa #CulturaAfroBrasileira #Candomblé #Umbanda #LiberdadeReligiosa
Hoje é dia de celebrar! 🪶✨ No dia 24 de agosto de Hoje é dia de celebrar! 🪶✨

No dia 24 de agosto de 2026, durante o III Seminário Museus, Museologias e Confluências: encontros e estudos contemporâneos, realizado pela Escola de Museologia da UNIRIO, tivemos a alegria de lançar a publicação:

📖 “Mulheres de Axé — Mobilizadas contra a violência doméstica e familiar. A luta continua!”

Uma obra de autoria de Mãe Nilce de Iansã, Iyá Egbè do Ilê Omulu Oxum, fruto de anos de vivência, ancestralidade e enfrentamento à violência doméstica e familiar dentro e a partir das comunidades de terreiro.

O lançamento aconteceu no Auditório Tércio Pacitti, com a mesa composta por Mãe Nilce de Iansã, Ana Paula Sciammarella (Pró-Reitoria de Ações Afirmativas, Diversidade e Inclusão da UNIRIO), Angie Donini (Núcleo de Gênero e Diversidade), com mediação de Monique Magaldi e Mario Chagas, diretores do Departamento de Estudos e Processos Museológicos e da Escola de Museologia, respectivamente.

Durante a abertura do Seminário, o reitor da UNIRIO, professor José da Costa Filho, a decana do Centro de Ciências Humanas e Sociais, professora Miriam Coser, o professor Ivan Coelho de Sá e o professor Mario Chagas destacaram a importância dos saberes e conhecimentos das comunidades tradicionais de terreiro para a Museologia, celebrando a presença de Mãe Nilce de Iansã e a parceria entre a UNIRIO e o Ilê Omulu Oxum na produção desta publicação. 🙏🏾

Um encontro entre a Universidade e o terreiro, entre a Academia e a Museologia de Terreiro, porque a luta contra a violência doméstica e familiar também se faz com memória, ancestralidade e comunidade.

📺 Assista à transmissão completa: https://www.youtube.com/live/yFSyoKNec7E

Axé! A luta continua! 🔴⚪

#MulheresDeAxé #IlêOmuluOxum #MãeNilceDeIansã #MuseologiadeTerreiro #UNIRIO
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