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Ilê Omolu Oxum

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O Ilê Omolu Oxum e Mãe Meninazinha de Oxum convida O Ilê Omolu Oxum e Mãe Meninazinha de Oxum convidam a todas as pessoas para celebrar Exu,  Ogum, Oxóssi e Ossaim no dia 9 de maio de 2026, às 16 horas.

Axé o!
✨ A FEIJOADA DE OGUM — quando o sagrado transborda ✨ A FEIJOADA DE OGUM — quando o sagrado transborda os muros do terreiro ✨

No coração do Baixão, em Salvador, dentro do Vale do Bonokô (espaço consagrado ao culto de Babá Igunnukò), ergueu-se no início do século XX o Ilê Ogunjá, terreiro fundado pelo saudoso Babalorixá Procópio Xavier de Souza, o grande Pai Procópio de Ogunjá, o Ogunjobi.

Conta a memória dos mais velhos que um homem chegou ao terreiro com fome e necessidade. Pai Procópio, homem de temperamento forte e guerreiro como seu Orixá, negou-lhe comida e o mandou embora. Naquele dia, Ogum chegou ao terreiro e sentenciou seu filho: ele havia cometido dois erros graves. O primeiro, negar alimento dentro do Axé. O segundo, expulsar sem ao menos saber quem era aquela pessoa, pois poderia ser o próprio Ogum, testando-o.

O Orixá determinou: a partir dali, todo ano em sua festa, deveria ser feita uma grande feijoada e distribuída generosamente para todos, especialmente para os mais necessitados. Que Pai Procópio jamais se esquecesse.

A feijoada não era comum. Era preparada com ingredientes, temperos e carnes especiais, com o primeiro prato posto aos pés de Ogum. Era axé na forma mais pura: alimento que sustenta o corpo e alimenta o espírito. Com a notoriedade de Pai Procópio, homem que resistiu à perseguição policial do Estado Novo, que foi protegido por Jorge Amado, que iniciou filhos de axé que levariam sua memória pelo Brasil afora, a feijoada de Ogum começou a se espalhar. De terreiro em terreiro, de cidade em cidade.

Hoje, a feijoada de Ogum está nas residências familiares, nos bares, nos clubes, nas quadras de escolas de samba, nas ruas do Rio de Janeiro no 23 de abril. Está na mesa de quem nunca pisou num terreiro mas sente que naquele prato há algo maior. O ensinamento que Ogum deu a Pai Procópio, de que ninguém deve ser mandado embora com fome, de que a mesa farta é também um ato de fé e generosidade, hoje alimenta o Brasil inteiro.

Nós, do Ilê Omolu Oxum, carregamos com orgulho essa linhagem. Nossa matriarca, Iyá Davina de Omolu, foi iniciada por Pai Procópio no Ilê Ogunjá em 1910 e trouxe de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1920, os ensinamentos que até hoje nos formam e nos guiam.

Ogun yê!!!
Omolu, o Senhor da Terra Há forças que transcende Omolu, o Senhor da Terra

Há forças que transcendem o tempo. Há presenças que moldam gerações, que curam feridas invisíveis e sustentam comunidades inteiras com o peso silencioso de sua sabedoria. No Ilê Omolu Oxum, essa força tem nome, tem história, tem rosto.

Omolu, o Senhor da Terra é a coluna viva deste terreiro. É Ele quem conhece os segredos da vida e da morte. Sua presença aqui é fundamanto, é raiz. E essa raiz tem uma guardiã.

Iyá Davina de Omolu, mãe, sacerdotisa, mulher de axé, carregou durante décadas a responsabilidade sagrada de zelar por este Orixá e por todos que buscaram abrigo em suas palavras. Sua vida foi dedicação, seu legado foi lei espiritual, sua história é o próprio espelho das nossas tradições.

Em 2018, o escultor Oseias Casanova transformou em bronze a memória e a força de Iyá Davina. Das mãos cobertas de argila ao metal fundido que reflete a luz como ouro, cada etapa do processo foi um ato de reverência. A escultura ultrapassa os limites da arte e se transforma em memória ancestral materializada.

Das primeiras marcas na argila à chama que finaliza o bronze, a criação do busto de Iyá Davina foi acompanhada e orientada por Mãe Meninazinha de Oxum e se apresenta como prova de que algumas pessoas não partem, mas se transformam em monumento vivo.

Atotô! 🌿

Fotos: Acervo do artista Oseias Casanova @oseiascasanova (2018).

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O Ilê Omolu Oxum informa que não haverá celebração O Ilê Omolu Oxum informa que não haverá celebração pública neste mês, como anunciado em nosso calendário anual.

Em breve anunciaremos aqui o convite para a Festa de Exu, Ogum, Oxóssi e Ossaiyn.

Axé!
✨🌻🌿 Recebendo visitas no Museu Memorial Iyá Davina ✨🌻🌿
Recebendo visitas no Museu Memorial Iyá Davina

Com muito axé e alegria, o Ilê Omolu Oxum recebeu dois grupos de visitantes para uma experiência especial no Museu Memorial Iyá Davina, espaço que guarda e celebra a memória e a ancestralidade do nosso terreiro.

Os grupos foram recepcionados pela Iyá Egbé do Ilê Omolu Oxum, Mãe Nilce de Iansã, que compartilhou com os visitantes a importância dos terreiros preservarem seus patrimônios culturais como ferramenta de combate ao racismo religioso. Mãe Nilce destacou como o Ilê Omolu Oxum tem atuado como referência e incentivado outros terreiros a constituírem seus próprios museus e memoriais, fortalecendo a memória coletiva do candomblé e a resistência da nossa cultura ancestral.

A visita foi então mediada pelo museólogo e curador Egbomi Marco Antonio Teobaldo de Oxóssi e pela educadora Egbomi Adeolá Marques de Oxum, que conduziram os visitantes com sabedoria, cuidado e profundo respeito pela história que esse espaço preserva.

Durante a visitação, o grupo percorreu:
🎨 Galeria de Artes Mãe Meninazinha de Oxum — um mergulho na beleza e na força criativa da nossa tradição, com a exposição Odara - Entre cores e memórias;
📚 Biblioteca Comunitária Ekedi Neide de Oxaguiã — um tesouro de conhecimento a serviço da comunidade;
🏛️ Reserva Técnica — onde o acervo é preservado com todo o zelo que nossa história merece;
🛍️ Loja do Ateliê Obinrin Odara — espaço de arte, identidade e resistência das mulheres do candomblé.

É sempre uma honra abrir as portas do nosso terreiro para quem deseja conhecer, aprender e se conectar com a nossa ancestralidade. Que essa visita plante sementes de conhecimento, respeito e pertencimento. 🙏🏾

Agradecemos a presença de todos, a generosidade de Mãe Nilce de Iansã e a dedicação dos nossos mediadores!

Ora Yeyê Ô! 🌊🌿

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) / Observatóri O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) / Observatório de Direitos Humanos do Poder Judiciário realizaram a reunião institucional para debater o atendimento às vítimas de violência de Estado no Sistema de Justiça, com a presença do Ministro do STF, Edson Fachin.
Mãe Nilce de Iansã, membro do Observatório de Direitos Humanos esteve presente representando os povos de terreiro, para fortalecer a iniciativa que integra o projeto de integração do CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), voltado à ampliação do acesso à justiça e fortalecimento da proteção de direitos das populações em situação de vulnerabilidade.
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Visita ao Museu Memorial Iyá Davina O Ilê Omolu O Visita ao Museu Memorial Iyá Davina

O Ilê Omolu Oxum abrirá as suas portas neste sábado, 11 de abril de 2026, para visitação ao Museu Memorial Iyá Davina.

Faremos duas visitas mediadas pelo curador:
Grupo 01 - 10h até 11h30
Grupo 02 - 11h30 até 13h

Não precisa inscrição prévia.
Chegue no horário marcado.
Gratuito.

Rua General Olímpio da Fonseca, 380 - São Mateus
São João de Meriti 

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É com profundo pesar que comunicamos a todas as pe É com profundo pesar que comunicamos a todas as pessoas que a nossa amada Egbomi Amara Neide de Omolu partiu para se juntar aos seus ancestrais.
Sentiremos muito a sua falta.

#luto
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